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4.12.2011

nomes inusitados II


Porto, 2011, nomes fluiam no terminal em frente, nas ruas movimentadas do mundo virtual.

Nomes insondáveis autores de ciência de alto impacto polulam aos milhares: Johnston, X.; Smith, Y., e muitos, muitos mais com derivações para todos os gostos, guardando em si, uma cara, uma personalidade, uma forma de ser e estar, boa gente e outros que nem por isso.

Dedico-me agora a nomes chineses, esse intrincado mundo de derivações, em que Li Mung refere a Li Ming que Li Mong citou Li Meng...

Todos originais, são autores de artigos científicos inclusos na maior base de dados referencial: a Scopus.

Cá deixo apenas algumas derivações possíveis de apenas uma combinações: Li, J.:

Li, Jungying
Li, Jingming
Li, Jing Jing
Li, Jung
Li, Jingquan
Li, Jinlei
Li, Jing Yue
Li, Jung Pang
Li, Jingin
Li, Jiantao
Li, Jiangyu
Li, Jizi
Li, Jin
Li, Jun Lan
Mais nomes inusitados, em português, aqui

5.29.2006

Nomes inusitados

Porto, anos 50, gentes fluíam pelas ruas movimentadas da baixa, guardando, em si, nomes insondáveis, aqui alumiados por essa mesma lâmpada de tungsténio que me dá vida.

Todos originais, fazem parte de um livro de termos de onde retirei esta lista impar de nomes inusitados.

Para vocês, cá vai o top 25 das anónimas celebridades que aqui alcançam a imortalidade.

Gemialde Celeste E.
Hortênsia M.
Leontina S.
Zina B.
Bernardette A.
Maria Georgette B.
Quitéria R.
Zulmira C.
Arlette C.
Ortelinda O.
Azuil G.
Claudemiro T.
Porcina F.
Aldegundes L.
Filinto C.
Balbina G.
Isolete Laura S.
Bertila S.
Judia Morena F.
José Isménio J.
Dorinda S.
Benilde S.
Georgette S.
Leopoldina M.

9.02.2005

Britain's finest treasure

Em terras de sua majestade, quais jóias, qual quê!? Valioso, é o Domesday Book, considerado, pelos súbditos, como o mais valioso tesouro dos britânicos.

O Domesday Book foi uma inquirição geral das propriedades existentes em Inglaterra, mandada fazer, em 1086, por Guilherme, o Conquistador, vinte anos após a conquista do território. De facto, existem dois Domesday Books, designados pelo Grande e Pequeno Domesday, devido à sua diferença de tamanho.

Poderíamos traduzir "Domesday" por Dia do Julgamento Final. Esta designação terá surgido devido ao facto desta ser a derradeira prova da posse legal da terra, pelo que em séculos posteriores, ele será profusamente utilizado em tribunal, com esse propósito. Não é um censo da população, uma vez que os nomes que lá estão incluídos, são apenas de proprietários de terras.

Se alguém quiseres encontrar um antepassado Normando, pelo tipo de letra e pela dificuldade no manuseamento, será melhor consultar A J Camp in My Ancestors came with the Conqueror (Society of Genealogists, 1990).

Transcrição: Edric de Laxfield detêm Dunwich no tempo do rei Eduardo [antes de 1066], como um feudo; agora Robert Malet é o seu dono. Anteriormente [existiam] 2 carucates de terra [1 carucate equivale a 120 acres], [mas] agora 1; o mar levou o outro. Sempre arado pelo senhor. Anteriormente 12 rossadores [lavradores], agora 2 e 24 franceses [colonos franceses que eram homens livres] com 40 acres de terra, e eles pagam todos os impostos neste feudo. Anteriormente 120 burgueses [detentores de terra ou casa], agora 236; e 180 mendigos. Anteriormente uma igreja, agora 3 e pagam 4£ e 10 shillings. No total, o valor é de 50£ e 60,000 arenques como presente. No tempo do rei Eduardo, pagava 10£. Também Robert de Vaux detém um acre de terra, com o valor de 8 pence. E Norman detém 1 acre, com o valor de 2 shillings e 8 pence e Godric 1 acre, com o valor de 8 pence, e ele herdou isto de Robert Malet. Gilbert Blunt detém 80 homens que eram do mesmo Robert e paga 4£ e 8,000 arenques.



7.25.2005

Voyeurs eruditos!

Ao passar os olhos pelos comentários ao último post, percebi que a curiosidade quanto às feições de quem escreve algo, é inata!

Pretendemos sempre saber qual a máscara que produz tal coisa, sendo ela interessante ou não... Não me excluo desse rol de gente ávida por saber quem é o outro, somos voyeurs!

Não me considero um mirone, daqueles que perscrutam as frinchas das portas à espera de uma silhueta, antes, sou daqueles que navegam sem cessar com vista a descobrir uma identidade, chamo-lhe o voyeurismo erudito. Deixamos a privacidade para cada um e apoiámo-nos na necessidade de vestirmos as palavras com um corpo, um rosto, uma personalidade.

Isto dos blogs, tem muito que se lhe diga... Aqui, podemos ser quem nunca fomos, ser o que somos mas não admitimos ser ou, simplesmente, ser.

Acredito que exista um padrão quanto à escrita e ao tipo de posts que cada categoria de pessoa inculca no seu espaço privado, mas não pretendemos fazê-lo, até porque a vida puxa-nos para outras áreas de estudo que não a sociologia da computação [será assim que se chama ao dito campo de estudo?].

Continuo a querer saber quem usa a tal presopos, mas continuo a não querer revelar a minha e de meus astutos compinchas!

Devo porém relevar que os nomes são mesmo os indicados, não se admirem, somos todos habitantes da longínqua Macondo...