10.03.2005
Eu comment
10.02.2005
Leituras transviadas!
O tema não será esse antepassado comum nosso, iremos atentar no surgimento das primeiras teorias sobre a evolução humana.
É sabida a repugnância que conceitos científicos causavam ao sistema, intrincado, de conhecimento/religiosidade, que dominou o espírito cristão ao longo de séculos.
Este pensamento não era infundado, residia, antes, na necessidade de justificar o incompreensível, através da intervenção divina. Daqui nasceram Adão e Eva, esses mesmos que, ainda hoje, para muitos, continuam a ser os entes geradores de vida!
Focalizemos: posição de biólogos e naturalistas eram discordantes das de teólogos e, em boa parte, filósofos, quando teorizavam àcerca das origens do Homem. Para uns, evolução natural, para outros, criação divina.
Actualmente, os conceitos estão enraizados e estão perfeitamente delimitados os campos de acção de uns e de outros, porém, nem sempre foi assim...
A génese visível desta discordância, terá surgido em 1699 por E. Tyson, com os estudos anatómicos que efectuou em chimpanzés. Nestas autópsias, terá encontrado semelhanças surpreendentes entre primatas e humanos.
Num contexto de estudo científico e de valorização do conhecimento natural, de que o século XVIII é precursor, zoólogos como C. Lineu, G. Buffon, G. Cuvier, incluem o Homem no seio da classificação animal, embora considerem as espécies como seres criados no seu estado actual.
Será já no século XIX, que será dado o passo decisivo para a conceptualização do Homem como ser evoluído a partir de um estado primitivo.
Os primeiros a chamar a atenção para as modificações morfológicas dos animais, ao longo dos tempos, foram J.-B. Lamarck e Godofredo Saint-Hilaire, na obra Filosofia Zoológica, publicada em 1809, em que propunham uma evolução fundamentada na trasmissão de caracteres adquiridos.
A crença generalizada na criação do homem em 4004 a. C. é, por esta altura, posta em causa, uma vez que, no árido Egipto, Champollion havia traduzido os hieróglifos, revelando uma brilhante civilização, 3000 anos antes da era cristã.
A lógica matemática começa a funcionar e, no meio científico, a questão quanto à verdadeira data da criação do Homem, começa a debater-se com a descoberta, contínua, de inúmeros fósseis de animais já extintos, mas que coexistiram com o ser humano. Neste aspecto, as descobertas de Boucher de Perthes, por volta de 1850, terão sido decisivas.
A ideialização de uma história contínua de evolução natural, começa, então, a ganhar forma, pelo que as teorizações de C. Darwin, terão sido a pedra de toque para um volte face, sem precedentes, na concepção da evolução do Homem, como selectiva, natural, e prolongada no tempo, tal como o ocorrido com todas as outras espécies.
Continua...
9.27.2005
Obrigado, obrigado, não merecia tanto!
A todos, agradeço a oportunidade que me deram de adormecer, não raras vezes, no dito, muito confortável e a fazer pendent com as cortinas da sala!
9.26.2005
Don't mess with Guerrilla Girls!
Dão sentido social à arte, quando já se anunciava a segunda morte [terá sete vidas!?], numa civilização sentada que, preocupada em perceber a globalidade, não reconhece a sua individualidade e o contexto em que vive!

Copyright © 2005 by Guerrilla Girls, Inc.
9.23.2005
Pensamentos cruzados!
9.21.2005
9.20.2005
Labuta homem... labuta!
Certo dia, Belmiro necessitou de abrir sulcos na terra. Tinha posses, por isso, em vez de os fazer, contratou os serviços de outro para o substituir.
Deu-lhe um horário de trabalho das 8:00 às 17:00 horas.
Certo dia Belmiro, vendo o seu colaborador a trabalhar na sua função, achou que este trabalhava pouco.
Então sugeriu-lhe: - Amigo, camarada, colega, já que tens 2 mãos, com uma cava e com a outra vai regando. Olhe e já agora começa a vir das 7:00 até ás 18:00 horas, é capaz de ser melhor para si!
No outro dia, Belmiro olhou outra vez para o seu colaborador e achou-o, ainda assim, pouco produtivo.
Por isso, propôs: Caro colega de luta, já que tem, também, uma boca, podia enchê-la de sementes e, enquanto com uma mão cava e com a outra rega, podia cuspir algumas sementes, para ajudar no processo produtivo. Ahh, já agora, começa a trabalhar a partir das 6:00 para poder termina às 19:00 horas, ainda há sol a essa hora....
Noutro dia, Belmiro achou que o seu colaborador deveria trabalhar enquanto fosse dia. Portanto, sugeriu-lhe que o seu trabalho passasse a ser das 5:00 às 22:00 horas (era Verão). E assim foi.
Um dia, quando o pobre trabalhador voltava a casa do trabalho, deparou com a sua mulher com outro homem na cama. O homem, chorou vezes sem conta até que a própria mulher e o amante desesperados com aquela situação, tentaram consolar o homem, perguntando-lhe porque chorava ele assim tanto.
Ao que ele respondeu: - Se o Belmiro descobre que tenho cornos, coloca-me lá umas lanternas e põe-me a trabalhar também à noite!
Enviado por email por J. P. Miranda
9.16.2005
Pensamentos partilhados
9.15.2005
Encontros inesperados
9.13.2005
Azinhoso em Festa... Burros e tudo!
Fonte: Feira dos Burros de AzinhosoTema: Dona Inês a desancar na burra teimosa, em plena gincana
Data: 11.09.2005
Renascida o ano passado com o intuito de reavivar a alegria daquela gente e de incentivar à preservação do burro do planalto Mirandês, baseia-se numa disputa a galope, antes, a passo, por entre um percurso ziguezagueante. A gincana, feita por novos e velhos, e em que as mulheres só entram por carolice, pretende escolher o melhor entre os melhores, ou seja, aquele que é mais teimoso que o asinino que monta!
A feira aqui existente, anual, franca portanto, será uma daquelas que, em meados do século XIII, Afonso III fundou, em contraponto com as feiras semanais. Aqui, as transacções eram isentas de impostos. Duravam de 8 a 15 dias e aconteciam nas terras mais populosas, ricas ou com melhores acessibilidades.
O objectivo era a compra e venda de produtos e, para os transportar, o burro era personagem principal, já que era ele que puxava carroças ou, em albardas, carregava os produtos, mais para troca directa do que para venda com metal.
As feiras foram-se, as pessoas migraram, a terra desertificou-se e os burros deixaram de ser necessários.
Como resultado, as festas ficaram para as calendas gregas, até que a memória se encarregou de fazer os mais velhos perderem-na de vista. Ficam as histórias de tempos longínquos, a ideia de que algo animava, outrora a aldeia, sem se saber bem como, nem onde, nem porquê...
Os invernos rigorosos e os verões abrasadores sucedem-se, e às velhas histórias acrescenta-se um ponto... e outro... e mais outro. A verdade, escamoteada por entre lendas fabulosas, transforma-se em mito, em meias verdades, antes, em imaginários sustentados no que, um dia, à muitos anos, foi uma sombra com corpo...
Todo o passado, esquecido, carcomido e bolorento, perde razão, até que um qualquer encontre um notícia de um facto acontecido e o relacione com a lenda, reconstruindo a verdade. Foi o que aconteceu no Azinhoso.
A vontade, de ferro, e a necessidade de preservar o riso, a festa, o convívio e o burro mirandês, recria um episódio de outrora, esquecido à muitos anos, ali, e em muitos outros locais do país profundo.
O povo, envelhecido e taciturno, exala, de novo, o bafo da vida, mostrando, neste grito derradeiro de existência, a sua autoridade, a sua raça... a raça do Homem em extinção!
Anúncio às hostes
9.07.2005
Do Amor e outros Demónios

9.06.2005
E esta hein!?

9.05.2005
No comment
9.02.2005
Britain's finest treasure

Transcrição: Edric de Laxfield detêm Dunwich no tempo do rei Eduardo [antes de 1066], como um feudo; agora Robert Malet é o seu dono. Anteriormente [existiam] 2 carucates de terra [1 carucate equivale a 120 acres], [mas] agora 1; o mar levou o outro. Sempre arado pelo senhor. Anteriormente 12 rossadores [lavradores], agora 2 e 24 franceses [colonos franceses que eram homens livres] com 40 acres de terra, e eles pagam todos os impostos neste feudo. Anteriormente 120 burgueses [detentores de terra ou casa], agora 236; e 180 mendigos. Anteriormente uma igreja, agora 3 e pagam 4£ e 10 shillings. No total, o valor é de 50£ e 60,000 arenques como presente. No tempo do rei Eduardo, pagava 10£. Também Robert de Vaux detém um acre de terra, com o valor de 8 pence. E Norman detém 1 acre, com o valor de 2 shillings e 8 pence e Godric 1 acre, com o valor de 8 pence, e ele herdou isto de Robert Malet. Gilbert Blunt detém 80 homens que eram do mesmo Robert e paga 4£ e 8,000 arenques.
8.31.2005
Perguntas retóricas
8.30.2005
Pensamentos transviados!
VITORINO, António (2005) in Notas Soltas. RTP.
8.29.2005
A lura do Cocab'chinhas

O passado esconde-se por entre paredes de couro ou pergaminho, à espera que o bicho patudo acabe por ocultar acontecimentos escabrosos, capazes de corar a mais experiente meretriz...
Gente há que, na sua fundamentada demência, pretende reconstituí-lo... sente, até, prazer com isso! Como se de uma experiência Pavloviana se tratasse, a ideia de encontrar um documento belicoso por entre as resmas de papéis amontoados, faz salivar o bibliófilo incauto.
Assim acontece, em Braga, tal como em muitos outros locais, onde um qualquer cocab'chinhas procura, envolto em pó, o Seu livro Um de matriz borgiana, magistralmente referenciado pela Biblioteca de Babel.
Assim se saliva, por cá!
8.26.2005
Novas do passado!
8.24.2005
Radicalismo radicular de Helena Almeida!...Qé isso?

Em plena Biennale di Venezia, inTUS representa a nacionalidade.

Helena Almeida. Eu Estou Aqui - 2005.
8.22.2005
De volta ao Carnaval da vida!
8.05.2005
Velhas historias da mae patria
Vou amanha para outras paragens, espero ter por la um leitor de CD-ROM para poder postar algumas imagens de mim... a caçar gambozinos ou a coçar a barriga em pleno Jardim Boboli!
8.03.2005
Novas de Firenze
Uma vez que acentos nao existem por ca, ca vai tudo sem eles, mais a mais, serei breve... 30 minutos, 5€!! Uma pechincha!
Imagens, tambem sera dificil para ja uma vez que a era do CD ainda parece nao ter chegado aqui ao terminal onde me encontro...
Muito monumento, muita mulher gira, muito gajo bom e imaginem, ate gente conhecida!!!
O Platinas esta por ca e mais um ou outro conhecido transviado!
Mal possa envio algumas "No Comments Italianos".
Beijinhos e abracos a quem quer e nao pode!!!
7.28.2005
Tréguas, por alguns dias!
7.26.2005
AMIE à Presidência

Está a nascer por entre o mundo blogueiro um movimento de apoio à candidatura de AMIE à Presidência da República.
Tendo sido nomeado (caso ganhe) Mestre de Cerimónias, desculpem, Porta Voz da Presidência da República, agradecia que enviassem o pedido de cunha ao cuidado da candidata, que logo terá o que vos arranjar!
Mais informo que o Adido Cultural da Presidência já tem dono.
O Programador de campanha, também já está atribuído.
Quantos aos outros, estão ainda vagos, portanto, força nesses dedos para o apanhar primeiro!
Cumprimentos cordiais,
Quiosk
(Candidato a Porta Voz da Presidência da República)
Por quem dobram os sinos!
Não tenhas medo ícaro!!
Já estou a ver as toneladas de reclamações por parte de agricultores, floricultores, criadores de gado e banhistas, quando estes bichinhos começarem a sobrevoar os céus e a tapar o sol com a sua bestialidade....
Airbus A380
Comprimento - 73m
Altura - 24.1m
Diametro da Fuselagem - 7.14m
Envergadura de asas - 79.8m
Nº de Pax - 555 (nas companhias deverá subir para os 700)
Tara - 276 Toneladas
Peso máximo - 562 Toneladas
NI!
Novas do passado!

7.25.2005
Voyeurs eruditos!
Pretendemos sempre saber qual a máscara que produz tal coisa, sendo ela interessante ou não... Não me excluo desse rol de gente ávida por saber quem é o outro, somos voyeurs!
Não me considero um mirone, daqueles que perscrutam as frinchas das portas à espera de uma silhueta, antes, sou daqueles que navegam sem cessar com vista a descobrir uma identidade, chamo-lhe o voyeurismo erudito. Deixamos a privacidade para cada um e apoiámo-nos na necessidade de vestirmos as palavras com um corpo, um rosto, uma personalidade.
Isto dos blogs, tem muito que se lhe diga... Aqui, podemos ser quem nunca fomos, ser o que somos mas não admitimos ser ou, simplesmente, ser.
Acredito que exista um padrão quanto à escrita e ao tipo de posts que cada categoria de pessoa inculca no seu espaço privado, mas não pretendemos fazê-lo, até porque a vida puxa-nos para outras áreas de estudo que não a sociologia da computação [será assim que se chama ao dito campo de estudo?].
Continuo a querer saber quem usa a tal presopos, mas continuo a não querer revelar a minha e de meus astutos compinchas!
Devo porém relevar que os nomes são mesmo os indicados, não se admirem, somos todos habitantes da longínqua Macondo...
7.22.2005
Onde está o Wally?
Fonte: Velhinhos rijos comó aço!Author: Marta Jorge
Legenda (da esquerda para a direita, de cima para baixo):
1 - Gervásio Antunes - Caixeiro Viajante;
2- Asdrubal Bechiguento - Coveiro;
3- Fagundes Salsaparrilha - Mordomo;
4- Mafomedes Mustaffa - Merceeiro;
5- Jermelindo Virulento: Vendedor da banha da cobra;
6- Virgolino Loureiro - Provador de Cognac;
7- Escariotes Carrasco - Vendedor de Indulgências;
8- Dibúrcio Santiago - Bordelista.
7.20.2005
Novas da ciência
A não perder!

7.19.2005
"O teu rasto de sangue na neve" revisitado

7.13.2005
Mais um para a comandita!

7.11.2005
O critério das moscas

7.07.2005
Pensamentos transviados
EUCLIDES in Livro I dos elementos.
p.s. Que raio andava o gajo a fumar para acreditar no que escrevia!?
7.05.2005
Ideias fundamentadas
Será, pois, este um dos fracassos do ensino: a inadequação da Escola à realidade exterior. Aqui se inclui a incipiente utilização de recursos iconográficos como meio de incentivar à interpretação, não à memorização.
Sobre este assunto, Duborgel[2], diz-nos que a imagem não só ensina e instrui como também educa, catequiza e diverte. Em parte discordámos da afirmação. Ela própria é veículo de conhecimento, de aprendizagem, só por si não ensina nem educa, apenas quando interpretada, permite a construção do conhecimento.
Apoiado no espectro de imagem como suporte iconográfico, Duborgel ter-se-á esquecido da necessidade da análise iconológica do objecto visualizado. Se o autor define a imagem como algo representativo de uma acontecimento ou facto, como se de um retrato se tratasse, Panofsky vai muito além dessa visão simplista, defendendo a importância do estudo exaustivo e interpretação do documento iconográfico em causa, como forma de aprendizagem seriada e consistente[3].
Duborgel continua com a sua definição simplista, diz-nos que a imagem é um instrumento de informação, o reservatório de conhecimento, saber ou pré-saber, documento ou pré-documento, facto de motivação, discurso, ensinamento e saber ilustrados, meio de ilustração da aula, do discurso e do saber, utensílio de memorização e de observação do “real”, etc.
Não pretendemos com isto, desmontar a visão de Duborgel sobre a importância da imagem, apenas reforçar o facto de ser incompleta e de não se reportar aos factos realmente importantes que definem este instrumento como fundamental no processo de ensino-aprendizagem: a veiculação de informação passível de ser tratada.
[3] Iconologia deriva da palavra eikonología (linguagem figurada) em oposição à palavra Iconografia, que deriva da palavra eikonographía (pintura de retratos). Cfr. PANOFSKY, E. (1984). Estudios sobre iconología. Madrid: Ed. Alianza.
7.04.2005
Pensamentos transviados!
SÓCRATES, J. (2004). Campanha eleitoral extraordinária, após a panelinha do Santana. Ed. Dáparatodos, p. 24.

Sócrates e Santana, no seu melhor!
7.01.2005
Novas do passado!

Para tal, Cook levou consigo pessoal especializado na elaboração de mapas, artistas e cientistas (nomeadamente geógrafos e biólogos, incluindo Joseph Banks, um biólogo conhecido à altura e Charles Green, um astrónomo, cuja principal função era a de observar o movimento do planeta Venus a partir da ilha Tahiti. Assim que este objectivo estivesse comprido, Cook deveria navegar para Sul e explorar zonas ainda desconhecidas. O conhecimento geográfico ainda não tinha chegado a essas zonas do planeta, porém, acreditava-se na existência de um grande continente ainda por descobrir.
A viagem foi um sucesso para Cook. Mapeou a costa da Nova Zelândia e a costa Este da Austrália, a qual reclamou para a coroa britânica. Delimitou mais de 5.000 milhas de costa ao mapa britânico do mundo. Trouxe com ele vários desenhos, pinturas e amostras de plantas e animais que não eram, até então, conhecidos no mundo ocidental.
Cook fez mais duas importantes viagens. Entre 1772 e 1775 voltou do Pacífico Sul onde continuou a mapear as terras encontradas.
Em 1776 foi enviado novamente com vista a procurar uma passagem a Norte entre o Pacífico e o Atlântico. Encartou grande parte da costa noroeste da América, tornando-se no primeiro europeu a visitar o Hawai, entrando em confronto com os indígenas que o mataram.

6.27.2005
O Aroma da Goiaba
Douro acima...até à Rede!

A entrada, sumptuosa e definidora de um espaço nobilitado, recebe os transeuntes que, esclarecidos quando às belezas do Douro, apenas o conhecerão na sua plenitude com a permanência em tal local...

Longe da civilização, respirámos o ar perfumado pelos pólenes que pairam, por esta altura, por todo o lado.... Da varanda, a populaça está longe, a mente vagueia pelos vinhedos... respira-se e sente-se o outrora chamado de país do Douro!



6.22.2005
Manta de Retalhos VIII

6.17.2005
Manta de Retalhos VII
Tosquiador de serviço Gaja Boa

Foram estas as massacradas
6.16.2005
Novas do passado!
The Times, 15 de Abril de 1857
6.13.2005
Aos memoráveis que fizeram a história... Anónimos e conhecidos!

Caption: Cemitério de Igualada - Barcelona, Espanha
6.11.2005
6.05.2005
Mais um a estrebuchar!!!

Manannan, a partir de uma criteriosa escolha de artigos, mais ou menos conhecidos, transcreve a história obrigando à reflexão sobre o peso do passado, para a (in)compreensão do presente!
A não perder!
6.03.2005
Pensamentos transviados
MANO, P. (2005). Comentário ao post A Bem da Saúde Masculina. Porto: Ed. Quioske. p. 38.
Nota do editor: Em homenagem a esse grande pai de família, que anda a comentar desta forma os posts do irmão!
6.02.2005
Novas do passado!

Photograph by H. C. Ellis
FRANCE, MARAIS
Hell's Swells
A hot spot called Hell's Café lured 19th-century Parisians to the city's Montmartre neighborhood—like the Marais—on the Right Bank of the Seine. With plaster lost souls writhing on its walls and a bug-eyed devil's head for a front door, le Café de l'Enfer may have been one of the world's first theme restaurants. According to one 1899 visitor, the café's doorman—in a Satan suit—welcomed diners with the greeting, "Enter and be damned!" Hell's waiters also dressed as devils. An order for three black coffees spiked with cognac was shrieked back to the kitchen as: "Three seething bumpers of molten sins, with a dash of brimstone intensifier!"
6.01.2005
5.31.2005
Respostas surpreendentes!
O ser furtivo
É como se revivesse-mos esse fatídico momento de forma completa, sentindo que ele não é ultrapassável, apesar de atenuado pelo tempo...
O ser furtivo, egocêntrico e egoísta, aproveita-se do seu próprio vazio interior, antes, do despojar de sentidos para desfrutar dos prazeres carnais, lascivos, que lhe dão forma e razão de viver! Mais não faz do que reviver momentos únicos, transpondo-os para outras pessoas, outras vivências.
Não sabe o que faz... aliás, sabe-o e, por isso, continua a desempenhar a sua função sem pudores nem amores... Sim, é uma função, desempenha um papel perverso de cópula, desenfreada e desregrada, é um amante como não há igual, temido pelos pares, ansiado pelos impares e odiado pelos pares dos ímpares!
É um ser animal, sem sentimentos, sem dilemas profundos, por opção própria ou imprópria, apenas sobrevive alimentando-se da ilusão do amor que recolhe aqui e ali, sabendo que nada dará em troca senão o presente ínfimo do esperma humano....
Enfim, é um habitante da margem esquerda do rio da ilusão, sem perspectivas de o atravessar!
Pensamentos transviados de Florentino Ariza [se não os teve, devia!]
5.30.2005
Pensamentos partilhados!
Quiosk (2005). Sem título. Porto: Ed. Mustafa III, p. 5673.
5.27.2005
Divagações de um tio embevecido!
"Olá mãe! Então que se passa!?"
"Calma!... calma!... a coisa está para breve... mas calma... não venhas a correr, filho!... Ainda vai demorar...
...aproveitaparametrazeresdecasaalgumascoisaselajáfoi
"Ok, vou já para aí!"
A tremelicar lá vamos sem demora... Terceleiros calado e colado ao banco, segurava a vida pelo braço! Depois de uma corrida alucinante pelas estradas de Portugal, lá chegamos espavoridos, ao destino!
A espera, ao relento, é longa e fria... pensamentos transviados tomam conta de nós e, apesar dos espaços diversos, a mente vagueia, atenta ao telefonema que nunca mais vem... Ainda por cima ninguém atende! Será que não têm consciência que a multidão espera, ansiosa, o berro do pequeno!?
Tininininiiiii... Tininininiiiii!
Porra é o da Nena, não deve ser a boa nova...!
"Já nasceu... já nasceu!"
Engulo em seco para manter a postura... De olhos humedecidos, terei de esperar pelo dia seguinte para ver o miúdo!
...
O encontro é revelador! Numa redoma, para ser apreciado e não tocado [como deve ser!] dorme com vontade de acordar, por entre esperneios e franzidos do sobrolho!
É giro e alto... vai destroçar os corações incautos que, em dias de Primavera, se atravessarem à sua frente! Não por opção de vida, apenas porque assim lhe indicam as feromonas!".
Não quero ser coruja, mas é, sem dúvida, o bebé mais bonito que alguma vez vi!
Enfim... divagações de um tio embevecido!
5.24.2005
Projecto Manta de Retalhos
Do 13º andar onde me encontro, desfruto da paisagem citadina. A vida, lá em baixo, corre num misto de entediamento individualista e de bulício contagiante!
Aproveito o meu tempo de ócio para pôr as ideias em ordem...
"A casualidade de ter uma mulher que não conheço, na minha cama, faz-me sentir desconfortável... apesar de ter sido divertido, não consigo pressentir qualquer sentimento extra que, à anos, me deixariam extasiado... Deixei-me disso, fico na minha e quando começa a cheirar a seriedade, tenho de saltar não vá o passado voltar... "
"Mexeu-se... vai acordar e logo me irá atirar um sorriso delicioso, daqueles que apetece agarrar..."
- Bom, começas a deleitar-te demais com a miúda... atenção, já sabes no que te metes!
"Vai dirigir-se a mim com a voz entaramelada enquanto se espreguiça, olha, é agora... Deixa-te estar, não acordes, não deixes que o som atrapalhe o meu desentorpecer... mmm, começa às voltas, não tarda está a abrir a pestana!"
[A noite anterior havia sido de arromba! Tinha ido a um bar com ninguém e aí encontrou o seu grupo de sempre, aquele dos solteirões que, no dia fixo, se junta no Café Guichard para a cavaqueria do costume. Desta vez, foi o centro das atenções, estava inspirado e as piadas saiam umas atrás das outras (uma raridade, pois era conhecido como o Tremelhinho, pelo facto de só trazer conversas sérias à baila!).
Olha de soslaio, alguém lhe quer roubar o mediatismo... E lá estava ela, C-A-V-A-L-O-N-A! Era essa mesmo a expressão... Não era giraça, antes, era encantadora. O seu sorriso largo e o cabelo liso realçavam os olhos grandes e provocantes. Bom, daí em diante tudo se precipitou....]
"Ahhh, vai fazer parte dos anais das histórias que nunca contarei..."
- Que raio... uma mulher com 1 metro e 90 !?... que raio viu ela em mim?!... ainda por cima, se fosse feia e desdentada... ainda se percebia, mas assim... excitante!? Devia estar com um pifo...
“Pronto acordou, acabou-se a paz!”
- Olá, bom dia querido! Dormi muito bem, e esta cama... perfeita, acho que me vou habituar... Queres-me trazer o pequeno almoço!? É escusado cozeres ovos, não estou para aí virada, hoje!
-!?!?!?!?!
A bem da saúde masculina!
Descobriram, ainda, que olhar fixamente, todos os dias, durante 10 minutos, para os seios de uma mulher, é tão benéfico quanto meia-hora de exercício físico.
Este estudo, com duração de 5 anos, tendo como cobaias 200 afortunados voluntários, demonstrou que todos aqueles que visualizaram o espectáculo inaudito, previnem em 63% o risco de sofrerem doenças cardiovasculares, diminuindo, ainda, os riscos de hipertensão.
Karen Weatherby, investigador coordenador do referido estudos, afirma:
"Olhar para os seios de uma bela mulher durante 10 minutos por dia, é o equivalente a meia- hora de aérobica. A excitação sexual aumenta a frequência cardíaca, e é benéfica para a circulação do sangue. Pensamos que, com uma prática diária, os homens podiam aumentar a esperança de vida."
5.23.2005
Projecto Manta de Retalhos
Começa neste blog e cada um dos “bloguistas” continua a história no seu próprio blog.
Mais que uma experiência pseudo literária o objectivo é a circulação por vários blogues e a descoberta dos mesmos.
Inscrições neste blog ou nos blogues aderentes.
5.20.2005
Mais um foi parido... e com bom aspecto!
Abriu um novo espaço de livre pensamento!
5.18.2005
Notícias fresquíssimas, acabadas de apanhar!
5.17.2005
Grito de protesto!
Estranho, pois pensava que era precisamente o contrário...
Se os habitantes Da cidade vêem as outras como província, nós, os habitantes dessas outras, vemos os espaços urbanos e rurais, como paralelos, de menor dimensão é certo, mas com um passado interessante e importante quando falamos de um país tão pequeno como é o nosso!
Revoltei-me com tal conceito mesquinho de realidade... Se vivemos em determinado sítio não podemos esquecer que fazemos parte de um grupo com certa unidade, ainda que abstracta e cada vez mais inconsistente [no mundo global e normalizado em que vivemos]!
Vislumbrámos a realidade de forma mais abrangente e dinâmica, nas suas formas e contextos.
Já outros, detentores de um conhecimento estranhamente limitado, pensando deter a verdade, transformam o seu espaço numa gruta, apertada, onde nenhum outro conhecimento pode entrar...
Protesto, pois, contra todos os que não querem ver a diferença...
5.16.2005
Constatação de um facto!
5.12.2005
Pensamentos transviados
QUIOSK (2005). Que raio de semana. Porto: Ed. Talecoisa, p. 12.
5.08.2005
Resposta surpreendente!
5.05.2005
Anúncio público!

5.03.2005
Pensamentos transviados...
4.30.2005
4.29.2005
"Nuntio vobis gaudium magnum, habemus Comissarium: Cuco IV
Friday, 29 aprile 2005
"Man!"
"Fui convocado!!!"
A sapiência americana...
4.27.2005
Pastas substituídas por portáteis em S. Bento
4.26.2005
O poder do clique, para o estudo do passado!
James Owen for National Geographic News
April 25, 2005
4.23.2005
Pensamentos transviados...
Leão XII Loayza in MÁRQUEZ, Gabriel García - O Amor nos Tempos de Cólera, p. 179.
As palavras que nunca vos direi...
Tanto vos queria dizer e tão pouco é legível, tal é a vontade de presença, na ausência que sinto ao pensar nos raios de luz que me fizeram crescer e viver o dilema natural do dia-a-dia...
Quero-vos aqui, comigo, para chorar a tristeza, a angústia, os pesadelos, aqueles que maltratam os sentimentos e nos tornam intransponíveis, incontactáveis...
Quero-vos aqui, não aí, para apaziguarem a minha consciência... Quero-vos aqui, comigo, só para mim, e ouvirem o silêncio da minha voz reflectido na máscara de alguém que já foi, não é, mas gostaria de, um dia, voltar a ser, sem mentiras, sem receios, sem pudores, verdadeiramente completo nos defeitos e virtudes... apenas Ser!
Quero-vos aqui, para me reprovarem com essa faca afiada que trespassa a infantilidade e me transporta para o presente...
Quero-vos aqui, para me consolarem, para que possa encostar a cabeça (lembras-te?) e pensar no mundo como um poisio perfeito, onde nada é mais importante que o amor!
Quero-vos aqui, para rever as borboletas coloridas e sentir o espaço verdejante do Crasto, esse elixir de vida que me permitia pensar em tudo como uma realidade viva, alegre, sem máculas, em que nada era cinzento e tudo... verdadeiro.
Quero-vos aqui, comigo, para vos dizer que o amor que sinto por vós é incorruptível, incondicional e único... Aos dois, com amor!
4.22.2005
4.19.2005
"Nuntio vobis gaudium magnum, habemus Papam"

Mercoledì, 20 aprile 2005
No comment

Jane Goodall in Léfini Faunal Reserve, Republic of the Congo, Africa
Ano: 1998
Fotografia: Michael Nichols
4.14.2005
Torrente literária que anda por aí, nos blogs mais insuspeitos!
Ivan... Ivan, o Terrível, parece-me ser a personagem mais destemida que conheci, por isso, ficaria com ele! Ou então o Coronel Chabert, esse poço de força sobre-humana que sobrevive à traição do próprio amor!
Já alguma vez ficaste apanhadinho por uma personagem de ficção?
Sim! Melquíades continua a ser a figura mais enigmática que conheci, ainda que suspeite que nunca tenha existido...
Qual o último livro que compraste?
Horas Más de G. G. Márquez.
Qual o último livro que leste?
Memoria de mis putas tristes de G. G. Márquez.
Que livro estás a ler?
O Amor em Tempos de Cólera de G. G. Márquez.
Que livros (cinco) levarias para uma ilha deserta?
Guia prático da sobrevivência por P. C. Oninha;
Manual da caça e pesca em 5 lições por R. Asp Utine;
Como construir uma canoa que não afunde por Sexta-feira;
Obras completas de J. Luís Borges por Jorge Luís Borges;
Enciclopédia Luso-Portuguesa por alguém... para alguém que nada tem para fazer!
A quem vais passar este testemunho (três pessoas) e porquê?
Porque são compinchas do melhor!!!
Biblioteca de Babel
Ler Provoca Impotência
Virado pro Mundo
E os vencedores são:
Os que conseguirem sobreviver na ilha deserta!
Pensamentos transviados...
4.13.2005
O poder autoritário do binómio 0_1
Neste contexto de mudança, a própria realidade sensorial e espacial sofre transformações irreparáveis, muitas vezes negada pelo ser humano. É a luta desigual da terceira vaga informacional vs a resistência à mudança humana. É, em suma, a era tecnológica em acção.
O autor define o computador como reestruturador completo da aprendizagem e da imagem. De facto assim é, se vivemos uma era informática em que o acesso à informação se define de forma completa – tudo respira informação –, a resistência pessoal às clivagens do conhecimento não conseguem acompanhar a evolução natural de um produto construído e transformado, que acelerou o conhecimento de nós mesmos e do nosso contexto, colocando-nos num patamar egocêntrico de conhecimento – o Homem domina o Saber.
De forma autoritária, o computador assume o seu papel de redefinidor de formas, de conceitos estéticos e, até, artísticos, de tal forma que a vida ocidental gira à volta dele. É neste sentido que vislumbrámos um mundo transformado em linguagem assembler (binária), em que tudo é passível de ser transformado em consequências infinitas de zeros e uns, para melhor ser compreendido e passível de ser difundido. É a era global a funcionar na sua plenitude, ainda que dividida por uma barreira desenvolvimental – o hemisfério norte económica e socialmente desenvolvido e o hemisfério sul, a quem é vedado o desenvolvimento sustentado e consequente acesso à informação.
Em suma, o autor define a mutação antropológica da era tecnológica, segundo dois conceitos: necessidade - científica: de formar, de conhecer e de difundir; e liberdade - cultural: de criar, recriar, aceder e compreender a diferença em tempos de cólera obsessiva pela normalização, também ela necessária, a nível do acesso à informação, mas recusável, no que concerne ao seu conteúdo.
4.11.2005
Pensamentos transviados...
4.08.2005
4.06.2005
O nascimento de um paradigma
4.03.2005
No comment
Photographer: James L. Stanfield
"Pastor of the world's largest religious body, Pope John Paul II incenses
an altar at Mass."
—From the National Geographic book Inside the Vatican, 1991.














