10.21.2005
10.20.2005
Quando saltas!
Livro (sugestão)
Não acontece ao homem o que ele merece, mas sim, o que se lhe assemelha.
O mundo não é absurdo e o espírito humano não é de forma alguma inapto para compreendê-lo.
Pelo contrário, pode ser que o espírito já tenha compreendido o mundo, mas ainda não o saiba.
O homem é feito de mistérios e visões. O mundo exterior é pouco instrutivo, a menos que seja visto como um reservatório de símbolos com significações escondidas
É evidente que o homem não tem conhecimento de si próprio à altura do que ele "FAZ".
E se não o tem é porque a organização social o priva, baseado em idéias caducas.
No entanto, tudo nos incita a pensar que as coisas se modificarão rapidamente. Que a agitação das massas, a formidável pressão das descobertas técnicas, o movimento das idéias, a mudança dos antigos princípios, levará o homem a sentir nascer em si mesmo a "Nova Alma" e descobrirá a liberdade de "Poder ser Causa".
Deus criou-nos o menos possível. A liberdade de "Poder ser Causa", quer que o homem se refaça a si mesmo.
Temos a liberdade de vir a ser, no centro de uma eternidade que É, visão do destino humano ligado à totalidade do universo.
Não é a primeira vez que na história da humanidade, a consciência humana é obrigada a passar de um plano para outro. E a passagem é sempre dolorosa.
Inteligência total, consciência desperta, o homem se dirige para as conquistas essenciais, no seio deste mundo em pleno renascimento.
Começamos a perceber, e para sempre, que para o homem reconhecer, amar e servir apaixonadamente, o universo, de que ele é o elemento mais importante, é a única razão aceitável."
Louis Pauwels - Jacques Bergier in "O Despertar dos Mágicos"
Aqui está a eterna sugestão no que toca a livros. Estou nos copos.... livros? - olhem leiam o... e pronto, nunca escapa, sempre presente, mas e então, não é por isso que somos marcados por algo, pela perpetuação da sua influência em nós manifestada nas mais simples das nossas acções.
"Este livro não é um romance, embora a intenção seja romanesca. Não faz parte da ficção cientifica, embora nele se deparem mitos que sustentam esse género. Não é um conjunto de factos estranhos, embora o Anjo do Bizarro se sinta à vontade nele."
É um livro poderoso, revelador, principalmente pela forma não facciosa de como os dados são fornecidos e tratados - "«Havia uma quantidade de disparates no livro do Pauwels e Bergier.» Eis o que dirão. Mas se tiver sido este livro a provocar a curiosidade de aprofundar o assunto, o nosso fim terá sido atingido."
É, para mim, exemplificativo dos MEUS amigos, andamos por aí, à procura, e tentamos não descurar nada, é o Quiosk... desfrutem... Ni!
"«Olha, há um tesouro na casa ao lado.
- Mas não há casa alguma aqui ao lado.
- Então construiremos uma!»"
P.s. Só arranjei foto da capa da edição francófona.
Pensamentos transviados!
ANÓNIMO (2005). Ando à procura de uma nova imagem para o cantinho. Macondo: Ed. Mini-me, p. 6345.
10.19.2005
Curiosidades
10.17.2005
Cá merda....
Trocando por miúdos:
Mudei o template do blog e pumba... foram-se os links!
Cá merda... demorou tanto tempo....
10.16.2005
Farfalha o farfalho, faz favor!

Após uma semana por terra de infiéis, cá estou de novo... na dos bárbaros! Sim, porque isso de conotar infiel com atraso social, é um sintoma xenófobo do outro que o designa!
Bom, por cá, já meio moçarabe, vou absorvendo conceitos duplos... por um lado, noções de alcoologia e da arte de bem se emborrachar, tão bem definido pelo doutor Ni, por outro, o umbigo alheio, que não cheguei a ver...
É uma questão cultural meus amigos... e mai nada!!!
Sentido? Qué isso!?
10.10.2005
Oooooolááááá´, mais uma vez apanhados... de calças na mão!
in Mello, M.L. et al, “Manual de Alcoologia para o Clínico Geral”, Delagrange, Coimbra, 1988.
E cá está, sempre que, ainda que por momentos, pensamos ter fincado as unhas numa pequena fatia desta vida, pensamos ser senhores de algo, inchados pela recompensa da clarividência auto-adquirida, eis que...... REBOOT, não é nada disso, apaga e começa outra vez ao mesmo tempo que sentimos a tensão dos cordéis sob o esticão Do Marionetista.
O alcoól não aquece.... m**da!!!
10.07.2005
Nós comment e votent

Título: Vote... Salsaparrilha para bem da sua saúde! [Se não votas !%#"&$]
Objectivo: Por uma cruzinha em cada quadrado que encontrar!
Fonte: MISTELA - Movimento Independente para uma Sociedade Totalmente Endependente e Livre de Anormalidades.
10.06.2005
Ele comment
10.05.2005
Tu comment

Titulo: Rolling Heads.
Sub-título: Domingueiros calorentos, apoiam vocalista do Agrupamento Musical "Zé Tó e os Foliões".
Objectivo: Colocar todos os votantes no mesmo cartaz.
Fonte: Câmara Indiscreta.
10.03.2005
Eu comment
10.02.2005
Leituras transviadas!
O tema não será esse antepassado comum nosso, iremos atentar no surgimento das primeiras teorias sobre a evolução humana.
É sabida a repugnância que conceitos científicos causavam ao sistema, intrincado, de conhecimento/religiosidade, que dominou o espírito cristão ao longo de séculos.
Este pensamento não era infundado, residia, antes, na necessidade de justificar o incompreensível, através da intervenção divina. Daqui nasceram Adão e Eva, esses mesmos que, ainda hoje, para muitos, continuam a ser os entes geradores de vida!
Focalizemos: posição de biólogos e naturalistas eram discordantes das de teólogos e, em boa parte, filósofos, quando teorizavam àcerca das origens do Homem. Para uns, evolução natural, para outros, criação divina.
Actualmente, os conceitos estão enraizados e estão perfeitamente delimitados os campos de acção de uns e de outros, porém, nem sempre foi assim...
A génese visível desta discordância, terá surgido em 1699 por E. Tyson, com os estudos anatómicos que efectuou em chimpanzés. Nestas autópsias, terá encontrado semelhanças surpreendentes entre primatas e humanos.
Num contexto de estudo científico e de valorização do conhecimento natural, de que o século XVIII é precursor, zoólogos como C. Lineu, G. Buffon, G. Cuvier, incluem o Homem no seio da classificação animal, embora considerem as espécies como seres criados no seu estado actual.
Será já no século XIX, que será dado o passo decisivo para a conceptualização do Homem como ser evoluído a partir de um estado primitivo.
Os primeiros a chamar a atenção para as modificações morfológicas dos animais, ao longo dos tempos, foram J.-B. Lamarck e Godofredo Saint-Hilaire, na obra Filosofia Zoológica, publicada em 1809, em que propunham uma evolução fundamentada na trasmissão de caracteres adquiridos.
A crença generalizada na criação do homem em 4004 a. C. é, por esta altura, posta em causa, uma vez que, no árido Egipto, Champollion havia traduzido os hieróglifos, revelando uma brilhante civilização, 3000 anos antes da era cristã.
A lógica matemática começa a funcionar e, no meio científico, a questão quanto à verdadeira data da criação do Homem, começa a debater-se com a descoberta, contínua, de inúmeros fósseis de animais já extintos, mas que coexistiram com o ser humano. Neste aspecto, as descobertas de Boucher de Perthes, por volta de 1850, terão sido decisivas.
A ideialização de uma história contínua de evolução natural, começa, então, a ganhar forma, pelo que as teorizações de C. Darwin, terão sido a pedra de toque para um volte face, sem precedentes, na concepção da evolução do Homem, como selectiva, natural, e prolongada no tempo, tal como o ocorrido com todas as outras espécies.
Continua...
9.27.2005
Obrigado, obrigado, não merecia tanto!
A todos, agradeço a oportunidade que me deram de adormecer, não raras vezes, no dito, muito confortável e a fazer pendent com as cortinas da sala!
9.26.2005
Don't mess with Guerrilla Girls!
Dão sentido social à arte, quando já se anunciava a segunda morte [terá sete vidas!?], numa civilização sentada que, preocupada em perceber a globalidade, não reconhece a sua individualidade e o contexto em que vive!

Copyright © 2005 by Guerrilla Girls, Inc.
9.23.2005
Pensamentos cruzados!
9.21.2005
9.20.2005
Labuta homem... labuta!
Certo dia, Belmiro necessitou de abrir sulcos na terra. Tinha posses, por isso, em vez de os fazer, contratou os serviços de outro para o substituir.
Deu-lhe um horário de trabalho das 8:00 às 17:00 horas.
Certo dia Belmiro, vendo o seu colaborador a trabalhar na sua função, achou que este trabalhava pouco.
Então sugeriu-lhe: - Amigo, camarada, colega, já que tens 2 mãos, com uma cava e com a outra vai regando. Olhe e já agora começa a vir das 7:00 até ás 18:00 horas, é capaz de ser melhor para si!
No outro dia, Belmiro olhou outra vez para o seu colaborador e achou-o, ainda assim, pouco produtivo.
Por isso, propôs: Caro colega de luta, já que tem, também, uma boca, podia enchê-la de sementes e, enquanto com uma mão cava e com a outra rega, podia cuspir algumas sementes, para ajudar no processo produtivo. Ahh, já agora, começa a trabalhar a partir das 6:00 para poder termina às 19:00 horas, ainda há sol a essa hora....
Noutro dia, Belmiro achou que o seu colaborador deveria trabalhar enquanto fosse dia. Portanto, sugeriu-lhe que o seu trabalho passasse a ser das 5:00 às 22:00 horas (era Verão). E assim foi.
Um dia, quando o pobre trabalhador voltava a casa do trabalho, deparou com a sua mulher com outro homem na cama. O homem, chorou vezes sem conta até que a própria mulher e o amante desesperados com aquela situação, tentaram consolar o homem, perguntando-lhe porque chorava ele assim tanto.
Ao que ele respondeu: - Se o Belmiro descobre que tenho cornos, coloca-me lá umas lanternas e põe-me a trabalhar também à noite!
Enviado por email por J. P. Miranda






